Mais um Natal e lá fui eu, como já vem sendo tradição, distribuir presentes. Sim, tenho este coração de ouro de um tamanho infinito, só estou bem a espalhar felicidade, por isso plantei-me no Chiado com a missão de dar presentes a troco de abraços. Como sempre, apanhei gente altamente desconfiada, que já se sabe que nos tempos que correm ninguém dá nada a ninguém, por isso não era possível que eu estivesse a oferecer presentes de forma completamente desinteressada....
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