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Todos os fins-de-semana deviam ser grandes #2 - A Pipoca mais doce
26 Abr

Todos os fins-de-semana deviam ser grandes #2

E se sábado foi dia de casamento, domingo foi dia de rumar a Norte. Uns dias antes o homem teve uma ideia peregrina: “e se fossemos a Vila do Conde ver o Benfica?” Achei logo que era um bom plano. Tratámos dos bilhetes, tratámos do hotel e domingo lá nos fizemos à estrada para apoiar o Glorioso. Nunca tinha visto um jogo do Benfica fora de Lisboa, por isso achei que devia ser uma experiência gira, ainda por cima com o campeonato ao rubro. Claro que agora o homem já me anda a chatear para irmos também à Madeira, ver o jogo com o Marítimo, mas já lhe refreei os ânimos. Menos. Como ficámos a dormir no Porto, ainda deu para dar umas voltas por lá. Ao fim do dia fomos até Vila do Conde e depois de uma hora na fila conseguimos, finalmente, entrar no estádio. Apesar de termos bilhetes com lugares marcados, era tudo ao molho e fé no Senhor, só nos diziam para nos sentarmos onde desse. E só deu mesmo para ficar nas escadas, com o rabinho assente na pedra. Nós e muitos outros. Desconfio seriamente que havia mais pessoas do que lugares, mas tudo bem, pelo Benfica uma pessoa atura tudo. Devia ter enfiado quatro calmantes no bucho, que o jogo foi um camadão de nervos, mas voltámos de lá com os três pontos e o apoio à equipa foi brutal. Do estádio seguimos para o Romando Privé, que muita gente nos vendeu como “o melhor sushi de Vila do Conde”. Não faço ideia se é o melhor, porque nunca tinha estado em Vila do Conde, mas era mesmo muito bom (apesar do serviço meio lentinho). E pronto, regressámos ao Porto para dormir e no dia seguinte já estávamos de volta a Lisboa. Foi uma visita curta, mas é sempre tão bom voltar.
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